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8 de abril de 2014

Artigo de opinião: O Brasil merece sediar a Copa e as Olímpiadas?

Na realidade... O Brasil não merece sediar a copa e as olimpíadas!
O Brasil é conhecido como o país do futebol, um país que gosta e participa de diversas modalidades esportivas e por esse motivo, poderia sediar a copa de 2014 e as olimpíadas de 2016 com orgulho e satisfação. Porém, serão necessários vários e grandes investimentos para que esses eventos sejam realizados com sucesso, investimentos que poderiam ser usados para suprir necessidades básicas do nosso país: na área da saúde, educação e segurança.
Vão ser usados 12 estádios na copa desse ano e está sendo gasto valores altíssimos para as devidas construções e reformas. Também estão sendo feitas inúmeras reformas para melhoria em diversos aeroportos e redes de hotelaria, além das estruturas que serão construídas e reformadas para receber as Olimpíadas em 2016. Investimentos que poderiam ser deixados em segundo plano, já que a saúde, educação e segurança do país estão em situações precárias e mereciam uma atenção maior e de urgência.
         O Brasil poderia usar o dinheiro a ser investido nesses eventos para solucionar demandas mais urgentes, em áreas da educação e saúde pública, onde seria possível construir vários hospitais e escolas de qualidade para atender a população. Outra questão importante é a segurança, a cada dia ocorrem casos assustadores de homicídios, assaltos e outros crimes em todo o país, é um ponto delicado e o país deve estar preparado para passar segurança primeiramente para os brasileiros, para depois garantir a segurança dos turistas que virão.
Uma coisa é certa, os dois grandes eventos esportivos provavelmente acontecerão aqui no Brasil. País que deveria priorizar as necessidades básicas e urgentes da sua população, e não investir o pouco que tem em esforços e expectativas para atender aos turistas de todo o mundo. Por esses motivos maiores é que o Brasil não merece sediar a copa e as olimpíadas, pois os brasileiros necessitam de investimentos urgentes e maiores para uma boa qualidade de vida.
Angélica Pereira Martins